domingo, 1 de julho de 2012

Para os brasileiros – é paixão nacional
Para os angolanos – é marca nacional
Para os portugueses – é um mínimo detalhe
Para os cabo verdianos – é um grogue a mais
Para os são tomenses – é uma safra especial de coco
Para os moçambicanos – é um prazer Dela-kama




BUNDOLOGIA 

Segundo a Geo-Bundologia ciência que estuda as formas e formatos de bunda, podemos encontrar vários tipos de bundas no nosso planeta.
Nas postagens que vão se estender por algumas semanas, vamos nos especializar na 
saliência de varias configurações na parte traseira

Para comemorar a volta do que não foi, só se ausentou por um tempo....



domingo, 4 de setembro de 2011

Empresas querem inserir anúncios em bundas de famosas






Uma novidade está chegando ao mercado publicitário. Muitas empresas procuraram as agencias de publicidade querendo anunciar na bunda de mulheres famosas, dessas que sempre aparecem na televisão exibindo-a para as câmeras. O publicitário Pedro Pereira Pedreira, disse ao repórter de G17, que as mulheres que aparecem se rebolando nos programas do tipo Domingo Legal, Gugu, Eliana e outros do gênero, são as mais cobiçadas pelos patrocinadores, para exibirem a marca da empresa na bunda.

Entre os formatos de anúncios desenvolvidos, estão os adesivos que podem ser colados na roupa, ou tatuagem na bunda, para exibir quando a garota propaganda estiver usando biquíni. O publicitário Pedro Pedreira disse que, a tatuagem pode ser daquela que se remove, para que a garota troque de patrocinador sempre que desejar, ou receber oferta melhor. 

domingo, 10 de abril de 2011

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Imposto sobre bebidas será reajustado ao menos uma vez por ano

A correção dos impostos sobre as chamadas bebidas frias — cerveja, refrigerante e água mineral — ocorrerá pelo menos uma vez por ano, segundo o secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto. 
 
Ele afirmou nesta terça-feira (22/3) que as revisões seguirão o novo modelo de tributação para o setor, em vigor desde o fim de 2008, mas que ainda não havia sido efetivamente implementado.
De acordo com o secretário, só não tinha havido aumentos até agora porque o governo decidiu segurar os impostos durante a crise econômica de 2008/2009. "Em função da crise, a tabela de referência não foi revista. Agora, vamos pôr em prática o modelo de tributação negociado com o setor", justificou.
Segundo Barreto, o reajuste dos preços de referência que servem de base para a cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), PIS e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) depende de um decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff e pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.
Ele desmentiu a informação dada por representantes do setor na semana passada de que o aumento ocorreria em 60 dias.
"A Receita concluiu todos os estudos. A revisão da tabela [de referência] só depende da edição do decreto e pode ocorrer a qualquer momento". O prazo de 60 dias, explicou o secretário, refere-se à criação de um grupo de estudos que avaliará o impacto do atual modelo de tributação sobre os canais de distribuição de bebidas.
Até 2008, as cervejas, águas minerais e refrigerantes eram tributados com base em um valor fixo por unidade produzida, e não como percentual do preço, e os impostos eram reajustados uma vez a cada quatro anos.
Em dezembro de 2008, o governo mudou a tributação para uma alíquota percentual cobrada não sobre os preços finais (que aparecem nas prateleiras), mas sobre uma tabela de preços de referência elaborada pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
Se a pesquisa da fundação constatar aumento nos preços de referência, a base de cálculo aumenta e esses produtos pagam mais impostos, mesmo sem mudanças na alíquota percentual.
De acordo com Barreto, o modelo acertado na época com as indústrias de bebidas previa correção periódica dessa tabela de referência, que foi descartada pelo governo nos últimos dois anos para estimular a produção e o emprego em meio à crise econômica. Apenas em janeiro de 2009, houve o primeiro ajuste.
O secretário da Receita estimou entre 10% e 15% o aumento dos preços de referência. Ele, no entanto, disse que não necessariamente haverá repasse total dos impostos maiores para os preços finais. "Quem repassar tudo pode sofrer retração de mercado. Isso é concorrência", avaliou.